Este é o primeiro verso de pano.
Vem enredado no meio de tantos
abro a boca e a o silêncio emoldura o toque
o toque é um gesto
alça sobre a mão
a pele desnuda
de quem não se assombra e ama a cadência
e o soar das palavras.
sexta-feira, maio 12, 2006
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